quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Estação da Luz - Sala São Paulo





Pinacoteca - SP - viajando nas cores de Matisse





Chuva combina com São Paulo, com flores, com MASP....





Museu do Ipiranga - São Paulo

O prédio do Museu do Ipiranga foi construído às margens do riacho do Ipiranga, onde D. Pedro I declarou a independência do país em 1822. A majestosa construção, em estilo neoclássico renascentista, está situada ao fundo do Parque da Independência, conferindo ao local um ar de palácio europeu.

Mais antigo museu de São Paulo, inaugurado em 1895, o museu expõe peças que contam a historia da sociedade brasileira entre os séculos XIX e XX. São esculturas, quadros, louças, jóias, movéis, armas, peças religiosas, automóveis, documentos e utensílios de bandeirantes e índios distribuídos pelo prédio.

Em frente, ficam os jardins, uma réplica em tamanho reduzido dos jardins do Palácio de Versailles, obra do paisagista Arsênio Puttemans. Encontra-se também a Casa do Grito, o Monumento da Independência e a capela Imperial Leopoldina.












segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sérgio Pinheiro - Manhãs de Setembro







Fui eu quem se fechou no muro e se guardou la fora
Fui eu que num esforço se guardou na indiferença.
Fui eu que numa tarde se fez tarde de tristeza
Fui eu que consegui ficar e ir embora.

E fui esquecida
Fui eu
Fui eu que em noite fria se sentia bem
E na solidão sem ter ninguém fui eu
Fui eu que em primavera só não viu as flores
e o sol
Nas manhãs de setembro.

Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar o vizinho a cantar
Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar o vizinho a cantar
Nas manhãs de setembro
Nas manhãs de setembro
Nas manhãs de setembro
Nas Manhãs...

Feriado de 7 de setembro sem chuva? nem pensar!

domingo, 6 de setembro de 2009

Nara Pamplona - Primavera












Dobram os sinos no coração
Ressoam os cantos dos pássaros,
Enriquecem-se os jardins, antes desnudos
Erigem-se flores de aromas mis...

Os dias banhados pelo sol em festa,
Dançam coloridos em louvor à nova estação!
As noites soçobram com a cumplicidade da Lua,
E o abraço amoroso, cintilante das estrelas!















Luiza Caetano _ Um rasto de estrelas




Assisto ao dobrar dos dias
dentro de cada madrugada,

Sinto a neve
sulcada em meus cabelos,
sorvo a chuva mágoa dos meus olhos
onde os lírios e a esperança
se rasgam em rugas cansadas
de gestos e de nadas.

Invento o dia que não chega
na pura ressonância
do esquecimento.

Órfã do teu sorriso
feito de promessas e de horizontes,
me deixo inesperadamente
apaixonar pelo rasto luminoso
das estrelas.